Isla Kokotero

April 24, 2008

ESPEJISMOS / ‘Grándola, vila morena’, cuarta columna en EL MUNDO

 Portugal, 25 de abril de 1974.

Esta vez abordamos en la columna de los jueves el tema de una fiesta nueva en León capital, una fiesta que se han sacado de la manga los políticos del partido leonesista –que gobiernan en coalición con los socialistas–. Hoy, 24 de abril, por estos pagos y por decreto municipal, celebramos un supuesto levantamiento de los leoneses contra los invasores franceses que supuestamente también tuvo lugar un día como hoy de 1808.
¡Manda carallo!
En cualquier caso, en León hoy es día festivo y no se trabaja y olé, aunque aquí en la Isla preferimos celebrar el 25 de abril.

Para leer la columna, entra en (haz click:) EL ESPEJISMO DE LA GALBANA.

También puedes escuchar a Zeca y otras muchas versiones de la canción entrando aquí (haz click): 

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade,
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade.

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena,
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena.

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade,
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade.

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena.

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade.

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira,
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade.

JOSÉ AFONSO

April 25, 2007

Grândola, vila morena… de JOSÉ AFONSO

(Clickando aquí puedes escucharla en distintas versiones:) 

Portugal, 25 de abril de 1974 Grândola, vila morena
Terra da fraternidade,
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade.

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena,
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena.

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade,
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade.

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena.

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade.

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira,
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade.

JOSÉ AFONSO  






















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